Segurança jurídica
Regras estáveis e previsíveis. Contrato que se cumpre e decisão que não muda no meio do jogo. Sem previsibilidade, ninguém investe a longo prazo.
Este site é dedicado ao Brasil do futuro em que o Instituto Unidos Brasil acredita, um país que abre portas, gera emprego e confia em quem empreende.
Enquanto discutimos o futuro do país, milhões de negócios não sobreviveram ao presente. O ambiente de negócios é a linha entre quem gera emprego e quem baixa as portas.
Não é um número frio: é o retrato de um ambiente de negócios que empurra o empreendedor para fora. Os dados oficiais mostram a dimensão.
Um ambiente de negócios mais competitivo, menos burocrático e com mais segurança jurídica para quem empreende, investe e gera emprego.
Esse é, em resumo, o posicionamento público da Confederação Nacional do Comércio (CNC) na sua Agenda Institucional do Sistema Comércio 2026, entregue ao Executivo e ao Legislativo. As prioridades declaradas: segurança jurídica, simplificação tributária, melhoria do ambiente de negócios, reforma administrativa, inovação e transformação digital, sustentabilidade e defesa permanente do empreendedor e do emprego.
A CNC também apoiou a instalação da Frente Parlamentar Mista do Ambiente de Negócios (FPN), canal permanente entre Congresso, setor produtivo e sociedade civil para destravar as reformas que tornam o Estado mais eficiente e o país mais competitivo.
Medidas concretas para reabrir portas, gerar emprego e devolver competitividade ao país. Não é ideologia, é ambiente de negócios.
Regras estáveis e previsíveis. Contrato que se cumpre e decisão que não muda no meio do jogo. Sem previsibilidade, ninguém investe a longo prazo.
Regulamentar CBS e IBS com simplicidade e sem aumento de carga. Um imposto que o empreendedor consiga entender e pagar sem um exército de contadores.
Menos exigências, menos papel, menos tempo. Abrir, operar e fechar uma empresa deve levar horas, não meses.
Um Estado mais eficiente e menos caro. Serviço público que entrega mais gastando melhor o dinheiro de quem produz.
Atacar os custos invisíveis, logística, energia, tempo, que tiram a competitividade da empresa brasileira diante do mundo.
Regras que geram emprego formal, com flexibilidade e segurança para os dois lados. Menos litígio, mais contratação.
Financiamento que chega ao pequeno negócio. Fortalecer o Pronampe e as linhas para MPE, responsáveis pela maioria dos empregos.
Tecnologia, dados e IA a serviço da produtividade. Digitalizar o Estado e destravar a inovação de quem empreende.
Concluir acordos como Mercosul-União Europeia e integrar o Brasil às cadeias globais, com regras justas de concorrência.
Crescer de forma verde sem transformar o licenciamento ambiental em barreira. Ambiente e negócio no mesmo lado.
As barras mostram uma estimativa de quanto cada pauta avançou nos últimos 4 anos, na leitura do Instituto Unidos Brasil a partir de sua atuação. São indicadores ilustrativos, não auditados externamente, e refletem o quanto ainda há a fazer em cada frente.
Como ler este painel: Selic e IPCA são atualizados ao vivo pelo Banco Central. A carga tributária (R$ 3,9 tri em 2025, Impostômetro/ACSP) é o total de tributos pagos no país, as empresas recolhem a maior parte da conta, segundo Receita Federal e IBPT. O Custo Brasil (R$ 1,7 tri/ano, estudo MBC/MDIC) é o gasto extra que as empresas têm para operar aqui frente à média da OCDE. O contador de empresas fechadas é uma estimativa a partir da média oficial de 2024 (Mapa de Empresas), e não um registro em tempo real. Se a conexão oscilar, o painel mantém a última referência conhecida.
Cada passo aqui é uma escolha concreta que separa o Brasil que fecha empresas do Brasil que gera oportunidade. O convite do IUB é simples: transformar esses 10 passos em pauta.